Estava assistindo ao programa 15 minutos da MTV e me chamaram atenção as camisetas que o Marcelo Adnet veste.
Joguei no Google e descobri a Mise en Scène. O texto abaixo copiei do site deles:
Mise en Scène foi desenvolvida para as mentes inquietas daqueles que amam questionar, instigar, chocar, provocar, brilhar como a personagem principal.
Mise en Scène foi feito pra quem tem atitude suficiente para transformar uma peça básica em uma peça de sucesso.
As artes são sátiras de muito bom gosto de pessoas famosas. Uma das estampas que mais gostei foi essa do Michael é um E.T
Outra observação pertinente: Eles têm um blog e foi graças ao post falando do Marcelo Adnet que eu pude encontrar o site. Agora eles ganharam um novo cliente e fã.
Mas viu, blog não faz milagre, tá tá tá eu sei. A regrinha é simples, clara e até rima: Se o seu produto não for excelente nem tente.
Neste mesmo dia procurei por mais marcas brasucas de camisetas alternativas nesse estilo. Me decepcionei, pois só achei duas que valessem à pena. Alguém conhece mais alguma?
Em mais uma noite do binômio procrastinação+trabalho, achei no flickr do Mathiole (a.k.a. Matheus Lopes) duas fotos que me fizeram pular da cadeira.
Ambas são apenas protótipos ainda e, pelo que pude entender, fazem parte de um trabalho de faculdade do próprio Mathiole.
Dando continuidade à minha freqüente e declarada idolatria ao Camiseteria.com, afirmo desde já que se a caixinha for adotada como um opcional, eu não me importo com quanto vá custar. Vou fazer coleção de caixinhas! Chego a me sentir envergonhado da quantidade (não revelo, tenho vergonha MESMO!) de camisetas que possuo da marca , de tão fã que sou. Agora que fui promovido, vou reservar parte do meu salário para adquirir, no mínimo, uma para cada coleção lançada! E tenho dito!
Recomendo a todos que entrem em campanha pelas caixinhas! Nem que o Fábio precise lançar o Caixinheria.com!
Uma ação simples da RMG Connect com um potencial viral imenso quando se leva em conta o uso de ferramentas de comunicação como Twitter, MSN e afins. Já tá virando febre entre a nerdaiada do twitter. Ainda não tive coragem de conectar no MSN e rever fantasmas só pra saber se por lá a idéia já colou.
O fato é que adorei, coringalizei meu avatar e o Gustalves, também aqui do oC, já deixou o seu pronto para assistir à estréia do novo filme do Batman. Putaqueparilmente foda!
Why so serious?
Atualização:Otubo, daqui do oC, também coringalizou!
Atualização 2: Mestre Bruno Allucci resume tudo que já rolou nas campanhas para o Batman: O Cavaleiro das Trevas em seu belíssimo post. LEIAM IMEDIATAMENTE!
Fomos convidados para a primeira #Descolagem do #NAVE, Núcleo Avançado em Educação, que além de escola pública de alta tecnologia, centro de pesquisa e inovações e espaço para exposições e seminários, é MUITO FODA! A meta da nova escola, segundo release da Oi Futuro, é preparar jovens para exercer profissões modernas como, por exemplo, roteiristas, programadores, designers e gestores de TV digital, internet, celular e jogos eletrônicos.
Começo dizendo o óbvio. O espaço é realmente fantástico. Quase uma Disneyland para nerds! Playstations, Wiis e iMacs por todos os lados. É muito bom ver que tudo aquilo que, mesmo apenas vendo de longe, me levou a ser viciado em tecnologia, estará disponível para formar a próxima geração de nerds e geeks que mais que apaixonados, terão profiência na criação e uso de MAIS tecnologia.
O evento foi aberto com uma performance do DJ, videomaker e produtor NEPAL. Em seguida Samara Werner, diretora de Educação do instituto e, segundo Beto Largman, mãe do NAVE, assumiu o palco para contar um pouco sobre o projeto. Mais que uma escola, a proposta é que o #NAVE seja um centro de pensamento. O sonho do NAVE é formar jovens que entendam tecnologia como um meio, mais do que como um fim.
Beto Largman explicou do que se trata e qual a proposta do Descolagem. Os eventos que acontecerão às quintas-feiras pretendem concentrar, arquivar e tornar públicas e acessíveis as trocas de experiências, podendo ser performances, palestras, debates, etc.
O médico Lucio Abondatti falou das vantagens de se utilizar os jogos na formação e educação das crianças, da importância do incentivo (e participação) por parte dos pais ao videogame e jogos de computador. Preencher é o verbo adequado, quando o medo dos pais é a influência negativa que os jogos podem trazer.
Marco começou chutando o balde, apresentando o video The Revolution Will Not Be Televised! e continuou no tema falando sobre a verdadeira revolução na geração e distribuição de conteúdo. As facilidades da tecnologia permitem divulgar seu trabalho, músicas, textos, etc. Organização de flashmobs, eventos, encontros de pessoas, anatomia da cauda longa, gratuidade, acesso! Reproduziu em palavra falada o manifesto que publicou em seu próprio blog. “Nós não precisamos de autorização. Para nada!”
Os dois falaram sobre a fase pré-operacional dos empreendimentos Camiseteria e boo-box. Marco trabalhava de madrugada, pedia ajuda de amigos designers e programadores, redatores e publicitários. Fábio fez pré-venda com Kits VIP para amigos e parentes para financiar o nascimento da empresa. Primeiro QG no quarto de um dos sócios, pacotes feitos em casa, de madrugada. Emprego no horário comercial e startup no tempo livre foi uma realidade, para os dois. Dois ótimos exemplos do pensamento de startup, de garagem. Tanto o Fábio quanto o Marco são fontes de inspiração para mim, e ícones de dedicação, esforço e merecido (e suado) sucesso.
Silvio Meira me deixou sem palavras quando falou de Redes, propagação de conhecimento e o Regime da Execução Imperfeita do Desconhecido, conceito de Kevin Kelly que define o tempo em que vivemos, o tempo do perpetual beta. Em Rede, nenhum de nós é bom o suficiente sozinho. Veja sua apresentação.
O evento se encerrou com um assunto importantíssimo, que merece atenção especial. Se ainda lhe resta sensatez, mobilize-se contra o PL do Azeredo .
Entro no metrô e dou uma breve olhada em volta. É tempo suficiente para contar umas 10 pessoas com fones de ouvido ou fazendo qualquer coisa no celular. Algum maluco nos EUA batizou esse fenômeno de zumbilização.
O novo filme da Pixar, Wall.E, faz uma alusão a esse conceito. O enredo mostra a rotina das pessoas que vivem num cruzeiro espacial durante 700 anos, após o êxodo do planeta Terra. Por conta da microgravidade da espaçonave os habitantes se tornam obesos mórbidos e perdem a capacidade de caminhar sobre as próprias pernas.
Todos passam os dias sentados em uma espécie de cadeira multimídia flutuante. Durante todo o tempo, a única coisa que fazem é interagir com os outros através de uma tela projetada em frente a seus olhos. Em certo momento do filme uma pessoa se desliga da tela e fica absolutamente atônita e maravilhada com a vista do espaço e das estrelas. A comodidade tecnológica foi elevada a seu grau máximo e o resultado é uma sociedade zumbi aos olhos de quem vê de fora, pois a interação humana como estamos acostumados, através da fala olhos nos olhos, gestos e toques, simplesmente não existe mais.
Pegando o gancho do filme, você consegue imaginar as infinitas possibilidades de uma cidade inteira conectada a internet? Isso não é ficção científica. Através da rede Wimax essa realidade será possível. A internet vai estar disponível em qualquer lugar, da mesma forma que funciona a rede de celulares hoje. Por exemplo: O ato de dirigir se tornará obsoleto. Apenas diga ao veículo o seu destino sente-se e relaxe que o carro se encarrega de te levar até lá. Com veículos equipados com computadores de bordo e conectados a todos os outros veículos, o trânsito pareceria uma orquestra de tão sincronizado. Enquanto espera, o passageiro pode conversar com os amigos, participar de uma reunião do trabalho, jogar World of Warcraft ou ler seus feeds.
Exagero ou não, o que vivemos hoje pode evoluir até esse ponto. Quem sabe daqui há 50 anos? Isso se considerarmos apenas a tecnologia, ou seja, descartando o fato de que o ser humano tem bom senso e sabe até que ponto se deve parar de twittar e ir pro bar viver a vida real. Falando em twitter, nesse ponto eu não tenho do que falar mal. Twitter tem se mostrado uma excelente ferramenta para combinar eventos.
oniscienteColetivo é um Blog que trata de Web, WebDesign, Negócios e tecnologia. Somos quatro amigos nerds, cada um com sua profissão e especialidade, que decidiram contribuir para a comunidade com textos, análises e comentários sobre aquilo que cerca (ou deveria cercar) a vida das pessoas.
Acreditamos em comunidades, em software livre e nos modelos de negócio inovadores. Apoiamos manifestos justos, padrões abertos e iniciativas, produtos e serviços que tragam melhorias significativas e transformem o mundo em um lugar melhor. Para nós, qualquer tecnologia distinguível de magia é ultrapassada.