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Arquivo de 24 de Janeiro, 2008

3DReview: Apple, uma empresa para se amar - Parte 2: O design

24 de Janeiro, 2008 escrito por Gustavo Alves

Steve e Jon

O comercial do Macintosh de 1984, citado na primeira parte desse 3Dreview, é um belo exemplo da maior qualidade da Apple: o espírito de aventura e a paixão por ser e pensar diferente. Essa qualidade provém é claro de Steve Jobs. O homem por trás da maçã sempre teve a fama de desordeiro na faculdade, acho que na verdade ele era mal compreendido, talvez ele apenas estivesse expressando sua personalidade e mostrando que a ordem nem sempre precisa ser “aquela”, existem outras “ordens”, melhores e mais bonitas, e é aqui que eu entro na parte 2 desse 3DReview da Apple… O design.

O Macintosh de 84 foi desenhado sob o conceito al-in-one (AIO), monitor e hardware era reduzido a uma peça. Simpático com seu formato de caixa, barato e com a interface gráfica user friendly, a maquina foi bem até que suas limitações de memória e incompatibilidade com HD’s genéricas afundaram as vendas. Foi com o lançamento da Laserwriter, a primeira impressora de baixo custo que interpretava arquivos no formato Postscript, e o software de editoração Pagemaker que o Mac voltou com força. Esse foi o marco do casamento dos designers com os Mac’s. Com esse combo — software, máquina e impressora — o Mac revolucionou o mundo da editoração gráfica e iniciou a era da publicação desktop (DTP) se tornando o pc favorito dos designers gráficos.

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Buzzmarketing, ou “Porque os clientes são mais importantes que os produtos”

22 de Janeiro, 2008 escrito por Leandro Gabriel

O que vou dizer agora pode assustar pessoas de coração fraco: O marketing de hoje é baseado nos princípios de 1960! Mas isso não é de todo ruim, é a interpretação do princípio que atrapalha.

Logo ali, na Parte 1: The Business do 3DReview sobre a Apple, mencionei os P’s do Marketing Mix[bb], que originalmente eram quatro: Produto, Praça, Preço e Promoção, mas há quem defenda que Embalagem (Packaging, incluindo aqui o conceito de bundling) e Pessoas também podem compor o Mix de Marketing. Tem gente que inclui Pesquisa, Perspectivas e quem dirá até Peripécias já não fazem parte do dito-cujo. No fim, hoje são os X P’s do Marketing Mix (X podendo assumir qualquer valor entre 4 e seis bilhões). O fato é que até hoje se pensa que Promoção engloba apenas propaganda, promoção de vendas, relações públicas[bb] e venda direta. Raramente podemos notar uma empresa que planeja o quarto P (ou quinto, ou sétimo) envolvendo a criação de um ambiente favorável ao Buzzmarketing, ou Evangelismo de Clientes[bb].

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3DReview: Apple, uma empresa para se amar - Parte 1: The Business

20 de Janeiro, 2008 escrito por Leandro Gabriel

Brevíssimo Histórico

Evolução dos Logos

A Apple, como a maioria das empresas do Vale do Silício, nasceu em uma garagem, idealizada por Steve Jobs, na época um hippie doidão. Jobs era diferente de todos os outros “computeiros” que o cercavam: além das eventuais “viagens” que ele curtia, ele não sonhava em ser um IBMista (‘Áibiémer’, como eles dizem lá). A IBM[bb], em sua opinião, não passava de um núcleo de workaholics[bb] sem imaginação e representava tudo que uma empresa de tecnologia não deveria ser.

Dois fatos bastante interessantes na história da empresa foram o afastamento de Steve Jobs da presidência, por disputas internas e a subseqüente “guerra” interna criada pelo próprio Jobs entre os desenvolvedores do Macintosh e os desenvolvedores do Lisa. O Lisa acabou sendo um fracasso de vendas devido ao seu elevado preço e o Macintosh foi apresentado a público com o famoso comercial “1984”, no qual o IBM PC era representado como o Big Brother[bb] (por favor, senhores, o de George Orwell, não o do Bial) e o Macintosh como uma força libertadora.

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Campus Party Brasil, rave nerd e conhecimento livre

16 de Janeiro, 2008 escrito por Otubo

Chega às terras tupiniquins o maior evento de cyber cultura do mundo: Campus Party. Não, não é exagero. Este é de longe o maior e mais interessante evento sobre tecnologia, música, robótica, ciência, games… Por ai vai. Informação e conteúdo relevante é o que não vai faltar.

Campus Party Brasil

A minha tag de interesse será o Software Livre. Muitas atrações dessa área prometem valer muito a pena a ida ao evento. As sábias palavras do profeta John “Maddog” Hall e as palavras do embaixador brasileiro do software livre Alexandre Oliva já vão garantir um show aparte.

Oficinas também farão parte da diversão. E uma que me chamou MUITO a atenção foi a oficina de Ginga, o software (obviamente livre) brasileiro “que permite o desenvolvimento de aplicações interativas para a TV Digital de forma independente da plataforma de hardware dos fabricantes de terminais de acesso (set-top boxes)” Essa eu vou participar e vou escrever tudo :-)

Existem ainda várias palestras, oficinas, competições em torno do software livre e de outros temas, mas seria completamente impraticável escrever e comentar todas por aqui.

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Steve Jobs, MacBook Air e mais um dia em que o mundo parou

15 de Janeiro, 2008 escrito por Leandro Gabriel

Hoje, 15 de Janeiro de 2008, aconteceu mágica. Ok, todo mundo sabe que o Steve Jobs é o presidente de empresa mais bacana que o mundo já ouviu falar, mas hoje, específicamente hoje, pude perceber que se Jesus prometeu mesmo voltar à Terra, Steve Jobs é a prova viva de que ele cumpriu sua promessa.

Aproximadamente às 14:35, horário de Brasília, @cmerigo, do Brainstorm#9, twitou: “There’s something in the air.” Silêncio mortais! Quase uma hora depois, o @crisdias, do Cris Dias mesmo, anuncia: IT IS THE TIME, nerdaiada. Isso tudo para apresentar aos discípulos de Steve Jobs, que eu não tenho a menor dúvida que nem precisam ser MacManíacos para idolatrá-lo, que hoje era dia do profeta despejar sobre nós suas palavras.

Eu, particularmente (ok, juro que me envergonho disso), não tenho nenhum dos doces e belos produtos da Apple, mas idolatro devidamente seu presidente e a marca em si. A Apple construiu seu império quase que totalmente a partir de Evangelismo de Clientes[bb] e isso conta muitos pontos. O poder de transformar clientes em força de marketing é admirável e não sei quem faça isso melhor que a Apple. Se Jobs é Jesus, Guy Kawasaki é São Pedro, a rocha sobre a qual foi fundada sua igreja.

Ah, quase esqueci do principal: o Keynote!

Toda essa antecipação pelo keynote de Steve Jobs na MacWorld é bem o estilo do presidente. Ele anunciou o keynote com bastante antecedência e o mundo aguardava, suando frio, os minutos que faltavam para ele falar. Às 15:14, horário de Brasília, Steve Jobs toma o palco e o mundo pára. Sabe aquelas pessoas que cuidam do servidor na sua empresa? Pois é, o mundo depende delas e ele parou.

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